Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 29/01/2020

Sabe-se que o vasto desenvolvimento da medicina ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial, o qual visava amparar as pessoas feridas no combate, principalmente os soldados. Desse modo, por conta de determinados avanços na área durante a antiguidade e na era contemporânea, incluindo no Brasil, a população, por intermédio do SUS (Sistema Único de Saúde), tem a oportunidade de consultar-se gratuitamente. Todavia, a classe menos favorecida, a qual não possui condições financeiras para adquirir um plano de saúde, que busca por atendimento gratuito, é inferiorizada em meio a tal sistema de saúde completamente precário devido à corrupção realizada pelos estadistas da nação.

Primordialmente, é cógnito que, conforme articulado pelo filósofo Auguste Comte, as classes sociais podem ser congruentemente comparadas ao corpo humano, em virtude de que a classe alta é relacionada à cabeça, a classe média ao tronco e a classe baixa aos pés. Sob esse prisma, Comte proferira que, assim como o organismo humano necessita de análogas três partes para funcionar adequadamente, a sociedade, similarmente, carece das três classes para seu triunfo. Em contrapartida a congênere citação, os cidadãos de baixa renda são deveras exilados pelos governantes, portanto, tamanha ausência de empatia torna a corrupção efetuada com o capital público algo de caráter relativamente fácil e de remorso esporádico.

Diante do exposto, por consequência de tamanha desonestidade política, manter um sistema público de saúde satisfatório é incontestavelmente impossível, já que consoante instituição apresenta-se carente de verbas direcionadas à sua melhoria, o que de fato a deixa à deriva, inexoravelmente saturada, sem profissionais capacitados, sem materiais para consulta, sem aleitamento e sem vagas disponíveis. Outrossim, expõe-se o documentário “O Sistema”, regido pelo médico Drauzio Varella, em que o próprio evidencia que o SUS é um sistema o qual ainda está em fase de construção. Isso posto, mostra-se inexistente em muitas cidades brasileiras, fazendo com que uma grande parcela da população precise se deslocar para outro território, a fim de receber um tratamento sem custos.

Em suma, é imperativo que a saúde pública no Brasil encontra-se em indubitável descaso devido à corrupção realizada pelos estadistas. Logo, para desatar homólogo impasse, é dever da Polícia Federal, junto com o Supremo Tribunal Federal, colocar um fim à corrupção, por meio de severas investigações com todos os políticos, com o intuito de que os imprudentes sejam rigidamente punidos e substituídos por outros devidamente comprometidos com o bem-estar social e que destine, por fim, o capital necessário às instituições de saúde comunitárias. Dessa forma, os indivíduos terão uma vida longa e sadia independente de sua classe societária.