Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 04/04/2020

Desde a implantação dos primeiros hospitais no mundo, é nítido o menor número de mortes por causas naturais. Hoje, o dilema da saúde pública trás um contraste entre a inércia dos avanços e o auxílio para toda a população, resultando na saturação do sistema e diminuindo a eficácia desse aparato. Assim, soma-se uma equação em que, apesar dos problemas existentes, o resultado é positivo para a população.

Primeiramente, o principal elogio da rede pública se deve a abrangência na sociedade. A falta de centros de saúde tornaria as doenças simples no princípio agravante dos números de morte no Brasil. Isso ocorre em razão do setor privado estar além da capacidade brasileira de dispor dos planos de saúde, pois, o alto valor desses benefícios excluem pessoas de baixa renda, reservando esse espaço a uma pequena minoria que segue indiferente com o sistema pelo fato de sua saúde estar assegurada pela conta bancária.

Nesse contexto, é vista essa problemática em países como o EUA. No ano de 2020, a epidemia do novo vírus ‘‘covid 19’’, tem revelado o lado escuro dessa escolha, pelo que milhares de vida foram perdidas pela falta de cuidados. Já no Brasil, o Sistema único de saúde(SUS) distribuí testes para a doença e proporcionam o tratamento que, mesmo longe das melhores condições, disponibilizam amparo a essas pessoas. Desse modo, cabe a análise do que é mais prejudicial para sua população e cada país fazer suas escolhas.

Portanto, é evidente a contribuição do sistema de saúde público para a manutenção do bem estar social. O Governo Federal juntamente com as prefeituras municipais, devem em uma ação conjunta propor medidas para a melhoria das condições existentes. Isso pode ser feito a partir de estudos pontuais visando as maiores necessidades para direcionar o foco àquela necessidade para em tempos de epidemias, o espaço de saúde não seja um empecilho para quem precisa. Somente assim, alcançaríamos uma equação sem números negativos que trazem preocupação.