Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 30/04/2020

A atual Constituição Federal Brasileira, promulgada em cinco de outubro de 1988, foi a primeira a estabelecer legalmente no país a saúde de qualidade como um direito universal e garantido, cabendo ao estado a favorecer a seus cidadãos. Em contrapartida à persistência da ineficiência do sistema de saúde público no Brasil, ocorre devido a carência na demanda de equipamentos juntamente com profissionais capacitados. Criou-se o sistema único de saúde (SUS), com o propósito de garantir à sociedade assistência medica. Na contemporaneidade, percorridos mais de três séculos, esse sistema expõe entraves efetivações de tais atribuições urge, dessa forma perquirir os porquês e razões para conservar um sistema público de saúde no Brasil.

A priori, calha ressaltar a distinção de se assegurar um sistema ilimitado de saúde no país. Séries norte-americanas, como “gray’s anatomy”, retratando a história de um hospital em Seattle, o qual usurpa de inúmeros recursos para desvendar os mistérios médicos. Há, entretanto, a populações não dispõem da saúde pública. Os que estão por não possui seguro de saúde afluem o risco de contrair dívidas exorbitantes. No cenário brasileiro, por outro viés, o SUS faculta a milhões de famílias ingresso a consultas eletivas, cirurgias e atendimentos de emergência e permaneceu ainda mais evidente a relevância desse sistema diante da pandemia de enfermidade respiratória Covid-19, no ano de 2020. Nas primeiras ocorrências evidenciadas, clínicas particulares tiveram que transferir enfermos para instituição públicas, por estarem preparadas para lidar com a pandemia.Todavia,o hospital público não comporta toda população, devido a ineficiência de ferramentas.

A posteriore há imbróglios para assegurar o atendimento de qualidade a todos. É de compreensão geral que hospitais sucateados e sem materiais, dificuldade de marcação de consultas, profissionais desvalorizados-técnicos, enfermeiro(as), zeladores entre outros constituem a realidade do sistema público. Ademais, o surto da nova pandemia revela, ainda a quantia insuficiente de leitos como também de ferramentas de proteção individual (EPI), frequentemente noticiado nos telejornais, isso se dá, em parte, pelo baixo investimento governamental. A Organização Mundial da Saúde(OMS),o adequado é que pelo menos 6% do Produto Interno Bruto(PIB),seja conduzido à saúde, mas o Brasil destina somente a 4% ,evento agravado pelo congelamento dos investimentos sociais determinado por emenda constitucional admitida em 2016.Em adição, a execução das verbas carece fiscalização e atuação popular nas resoluções, para evitar descasos e outras irregularidades.

Dessarte,o Governo deve aumentar a inversão em saúde publica,partindo de forma justa as mesmas quantias de dinheiro para cada cidade do país, de forma a atender a demanda de todo.