Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 30/04/2020
No filme “Jogos Vorazes” mostra um futuro distópico, onde ele apresenta uma sociedade que está dividida em distritos, uns mais ricos que outros, onde os mais pobres não tem acesso aos alimentos e questões de saúde necessárias para se manter. Semelhantemente, no Brasil as classes mais baixas estão sendo vetadas do direito de usufruir uma saúde de qualidade. Sendo assim, como contornar esse problema e promover uma melhor saúde publica para o povo brasileiro?
Como é dever do Estado garantir saúde a toda a população brasileira, o sistema único de saúde (SUS) foi criado no ano de 1988 para proporcionar atendimento médico e emergencial. No entanto é necessário considerar que muitas das vezes as unidades de saúde não recebem os meios necessários para cuidar dos pacientes, pois ocorre um certo desleixo do Estado, bem como o desvio de dinheiro.
Consoante a essa ideia, é valido ressaltar a fala Thomas Hobbes, autor do livro “Leviatã”: “O homem é lobo do próprio homem”. Com essa frase, Hobbes compara o comportamento animal com o humano, que muita das vezes acaba sendo o “lobo” da própria humanidade, como por exemplo, a falta de investimento na saúde nacional que ocasiona na falta de leitos, medicamentos ou até mesmo, profissionais da área de saúde.
Por outro lado, é valido ressaltar que muitos dos cidadãos brasileiros não sabem os direitos que tem, não desfrutam dos serviços que estão a sua disposição. Sendo assim, buscar informações é essencial e por conta disso é oportuno relatar uma frase dita pelo Padre Antônio Vieira: “ A boa educação é moeda de ouro. Em toda a parte tem valor”.
Portanto, para contornar esse desafio o Ministério da Saúde (MS) deveria aumentar os investimentos, tanto em tecnologias para melhorar os atendimentos como também em questões salariais, para fornecer uma remuneração digna aos profissionais presentes nos postos. Juntamente ao MS, o Ministério da Educação deveria promover campanhas referentes a saúde, para que a toda população tenha consciência dos seus direitos e desse mudo, aproveita-los devidamente.