Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 30/04/2020
Em 1904 culminou a Revolta da Vacina, onde o sanitarista Oswaldo Cruz, deu início a uma grande fase de mudanças na saúde pública do Brasil, através de decisões autoritárias e pelas Forças Armadas, pessoas foram vacinadas à força, particularidade que a população não foi ensinada por qual o motivo acontecia tal fato. Presentemente o discurso sobre a força física brasileira, gera bastante repercussão sobre a falta de infraestrutura, falta de profissionalismo dos hospitais públicos e o descaso do governo. Assim, é perceptível o quanto a sociedade, convive com o descaso e a negligência na saúde assistir esse cenário negativo. No Art. 2º da Constituição, articula que a saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. Atualmente, observa-se que o Sistema Único de Saúde, não suporta a demanda de atendimento necessário para comportar a toda população, onde em muitos interiores, pessoas mais carentes, não tem acesso a esse tipo de serviço público, a chegar a ser no mundo, um dos sistemas mais precários, haja vista, comparado a Andorra, considerado o primeiro país com o melhor sistema público de saúde, segundo o site Exame. De acordo com uma pesquisa feita pelo IBGE, dois terços da população brasileira dependem exclusivamente do SUS como meio de acesso a saúde, exames e emergências médicas. Somando esses dados à estrutura precária, que se encontra em hospitais públicos brasileiros praticamente abandonados pelo governo, mais o descaso em relação a prevenção de doenças, o resultado dessa equação é perfeitamente de um sistema falho, má qualidade no atendimento e marcado por superlotação. Fica evidente, que precisam haver mudanças. Basta a OMS juntamente com empresas especialistas, criar softwares de gestão, melhorar o serviço prestado ao cidadão e evitar o desperdício de recursos, fazer mais investimento para fazer com que a saúde brasileira se torne uma das melhores em infraestrutura, melhor remuneração dos trabalhadores, aumentar os leitos e investir em tecnologia para melhor tratar os pacientes.