Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 30/04/2020
É inegável que a saúde pública no Brasil é motivo de insatisfação para a população. Levando em consideração que a saúde é um direito para todos segundo a Constituição Federal, pode-se afirmar que instituições como o Sistema Único de Saúde (SUS) não tem surtido o funcionamento essencial e esperado. Além disso, é indiscutível que o sistema falha gravemente em atender a todos os brasileiros com imparcialidade.
A princípio, compreende-se que para obter o controle e a organização de fundações governamentais de saúde, que preza atuar em fatores condicionais e determinantes de propagação de doenças na sociedade, é indispensável uma estrutura de qualidade para fornecer o suporte básico e conjecturado pelos cidadãos brasileiros. Bem como o direcionamento de capital do poder executivo para administração do devido interesse público.
Em contrapartida, a realidade do povo brasileiro é integralmente desigual. O cenário visto e vivido pela população é de precaridade para o público que carece da assistência do Governo. Somando a isso, segundo o pensamento do sociólogo Pierre Bourdieu, nessa estrutura social há desigual distribuição de recursos onde o acesso ao que deveria ser universal não está disponível para todos. Ademais, é de conhecimento geral que a verba canalizada a saúde pública tem sido desviada para realização de outros serviços irrelevantes.
Em suma, tendo em vista os aspectos mencionados, pode-se concluir que para eficiência das redes de saúde pública no Brasil, é imprescindível a manutenção das medidas adequadas que proporcionarão a todos os indivíduos a condição de saúde fundamental. Como por exemplo o redirecionamento do capital para instituições públicas, juntamente com a intervenção do Ministério de saúde considerando o aumento da prudência em relação aos reparos que precisam ser feitos. Para que assim o corpo social possa desfrutar do serviço de qualidade em isonomia.