Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 30/04/2020

Saúde é o que interessa, o resto não tem pressa, a frase de Paulo Cintura, personagem do programa televisivo “A escolinha do professor Raimundo” retrata que a prioridade de qualquer ser-humano deve ser a saúde. Na atual conjuntura, o povo brasileiro passa por um momento de priorizar a saúde coletiva, entretanto a economia é afetada diretamente, de modo que tangencia o bolso do brasileiro, sendo ele empresário ou o empregado. Sendo assim, anseia-se por uma solução em que resolva tanto o problema de saúde como econômico.

O Brasil gasta cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) na saúde, o que representa um gasto per capita de 909 dólares, um valor bem abaixo do que os países classificados como as melhores saúdes do mundo, e com o efeito disso atinge-se a parcela da população brasileira menos favorecida economicamente, que são obrigados a submeterem-se ao sistema público de saúde que por sua vez não tem verbas necessárias para atender a todas as necessidades da população.

Em uma pesquisa feita em 125 países, sobre a qualidade da saúde pública, o Brasil ficou em octogésimo nono lugar, uma colocação preocupante para uma potencia como o Brasil, que possui um dos maiores impostos do mundo, entretanto não repassa a quantia necessária para que se obtenha um sistema público de saúde de primeira classe, outrossim a falta de gestores competentes e capazes para o cargo de gerenciar o dinheiro, contribui para a baixa posição do sistema de saúde brasileiro, assim sendo o povo brasileiro padece quando carece do uso do sistema público de saúde.

Portanto, a frase de Paulo Cintura deveria ser posta em prática pelo ministério da saúde, que por sua vez poderia fazer censos sobre a eficiência do SUS (sistema único de saúde) em cada município brasileiro, e juntamente com o ministério da fazenda, designaria a verba necessária para as melhorias necessitadas de cada posto de saúde.