Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 30/04/2020

Hipócrates, reconhecido como pai da medicina na Grécia Antiga, trouxe consigo ricas informações sobre recursos até hodiernamente usado. Ademais, o Brasil, por sua vez, fundou o Sistema Único de Saúde -SUS- para utilizar os conhecimentos herdados da Grécia antiga, como também exercer o papel crucial para a sociedade brasileira: Saúde para todos. Diante disso, o SUS tem o dever ser acessível para toda nação brasileira. Por esse viés, é evidente os desafios persistentes que a saúde pública e a população brasileira enfrentam no Brasil contemporâneo.

Em segundo plano, os adversidades que o SUS é submetido, resulta em extremo descontentamento e irritabilidade em seus pacientes. Segundo o Conselho Federal de Medicina, o SUS teve 10% de perca em leitos hospitalares em oitos anos, obtendo como consequência enfermos em estado grave ou não, sendo subordinados a infecções, e esperas em situações prementes. Á vista disso, há diversas contrariedades em comparação ao real objetivo do sistema de saúde, visto que o retardamento para o diagnósticos, resultados ou cirurgias é contínuo atualmente.

Em prismas, como é demonstrado na série ‘‘Grey’s Anatomy’’, há um grupo de médicos e enfermeiros muito bem capacitados e com uma boa infraestrutura para atender seus pacientes. Em analogia com Brasil, o cenário apresentando na série é inverso da realidade, onde os profissionais da saúde padecem pela falta de investimento necessários, como a falta de proteções primordiais para lidar com pacientes e suas enfermidades. Consoante ao site do Conselho Federal de Enfermagem, COFEN, mais de mil capacitados na área de saúde foram afastado com suspeita ou confirmação do vírus COVID-19, tendo como justificativa a falta de recursos para lidar e combater mazelas como essa.

Dessarte, é notório que a deficiência do sistema de saúde brasileiro requer uma abolição. Sendo assim, conforme a Leis das proporções, dois elementos, que equivale o investimento governamental simétrico, juntamente com estrategias realizadas pelo Ministério da Saúde para sanar superlotações, entre outras problemáticas, resultam em um terceiro composto, um SUS eficiente, perficiente e habilidoso. Dessa forma, atende o artigo 196 da Constituição Federal, o qual aborda sobre saúde ser direito de todos e dever do Estado.