Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 30/04/2020

Outrora, o aumento de doenças são consequentes de muitos problemas, tais como cabe citar a falta de saneamento básico e condições de higiene precárias. Sob o viés constitucional, a Magna Carta promulga a saúde como direito de todos os indivíduos e dever do estado. Porém, no Brasil em relação combate às doenças epidemiológicas percebe-se uma delonga na efetivação do que é garantido perante a lei, visto que os casos continuam crescentes no país e por nem todos possuírem o acesso devido.

Em primeira instância, a revolta da vacina foi um motim popular que se caracterizou pela agitação da população contra a lei que obrigava a vacinação contra a varíola. Não obstante a isso, muitos indivíduos ainda não conhecem a importância da vacina ou não possuem acesso a uma saúde de qualidade, já que vivem concentrados em regiões desfavorecidas. Nos dias atuais, essa realidade ainda permanece constante, apesar da criação do SUS (Sistema Único de Saúde) pelo Ministério da Saúde em 1988, o qual possibilitou que muitas famílias tivessem acesso a um bem-estar. Entretanto, existem indivíduos que ainda não possuem acesso a esse sistema no Brasil, em certos casos a demora para o atendimento causa muitas mortes e a falta de medidas governamentais ajudam no crescimento de indivíduos doentes.

Em segunda instância, alguns fatores que colaboram para uma crise na saúde são os casos de corrupção e desvio de verbas. Considera-se que existem diversas ocorrências de desvios de capital que deveriam ser utilizados para manter e melhorar a infraestrutura dos hospitais. A consequência é um atendimento enfraquecido e sem qualidade, já que até alguns profissionais acabam sem receber os salários.

Por conseguinte, é necessário a criação de hospitais públicos em comunidades indígenas e agrícolas a fim de atender a todos aqueles que possuem dificuldade de acesso, sendo também importante uma reivindicação da sociedade por uma melhoria no sistema de saúde público brasileiro.