Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 30/05/2020
Segundo a Constituição Federal, “A saúde é direito de todos e dever do Estado”. Apesar do excerto expor uma coerência, é visto que a realidade da saúde pública no Brasil não demonstra associação ao extrato citado. Imediatamente, constata-se que tal problema ocorre não só pela inexistência de assistência médica em determinadas localizações no país, como também pela falta de profissionais aptos para a realização do serviço. Com isso, medidas devem ser tomadas para reverter essa situação.
Primeiramente, é nítido as dificuldades de acesso que regiões com baixo desenvolvimento tem em conseguir auxílio médico. Isso se deve pelo descaso governamental em garantir saúde pública para toda população. Diante disso, cidadãos do interior são submetidos em ir para os centros urbanos à procura de consulta médica. Por conseguinte, muitos não são atendidos, tanto pela falta de médicos, quanto pela demora do atendimento. Em base nisso, a saúde da população tende a se agravar.
Segundamente, o programa Mais Médicos, criado no Governo Dilma, tem como função garantir médicos em lugares de difícil acesso. Contudo, é notório que há instabilidade nessa iniciativa, visto que a falta de profissionais especializados prejudica o Sistema Único de Saúde. Logo, muitas pessoas não recebem o atendimento adequado que esperavam. Por conseguinte, diante desse probelma, a taxa de mortalidade tende a crescer. Assim, reforça-se o descaso do Estado com a saúde.
Em suma, é explícito as falhas da saúde pública no Brasil. Portanto, o Ministério da Saúde —responsável pela administração e manutenção da Saúde pública — deve por meio de planejamentos, instalar unidades médicas em localidades mais precárias do país. Além disso, por em prática contratações mais rígidas em relação aos profissionais de saúde, a fim de estabelecer um atendimento de qualidade. Assim, será alcançado o que foi primordialmente proposto pela Constituição Federal.