Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 03/06/2020
Em abril de 2020, veículos da mídia nacional divulgaram o falecimento de uma criança de um ano e três meses, devido a falta de vagas num pronto socorro municipal, no estado do Pará. Esse acontecimento, infelizmente, é muito comum no Brasil inteiro, por causa da má organização do Sistema Único de Saúde (SUS) e o baixo nível de investimento de saúde.
Previamente, sobre a organização do SUS, observa-se que ela é feita municipalmente, ou seja, município por município. Por consequência há vários problemas, como a falta de supervisão e o mau financiamento do Governo Federal. De acordo com o Doutor Bráulio Luna Filho, o sistema de saúde deveria ter sido decentralizado paulatinamente, evitando assim, problemas existentes no sistema municipal de saúde contemporâneo.
Devido ao baixo investimento de saúde no Brasil, ocorrem 153 mil mortes por ano pela má qualidade no atendimento médico. Estima-se que 3,6% da renda federal, em 2018, foi destinada à área da saúde brasileira. Em consequência a esse número, profissionais não são contratados ou negam as vagas, pela pouca remuneração. Há também a falta de leitos, medicamentos, equipamentos e uma estrutura qualificada para o atendimento.
A partir disso, é perceptível inúmeros problemas que ocorrem, principalmente pelo mau proveito, dentro da saúde pública brasileira. Sendo assim, o Governo Central deveria aumentar a porcentagem para benefício da saúde, por meio de uma restruturação da verba destinada à área determinada; e financiar desigualmente cada município, ou seja, oferecer um percentual maior às regiões precárias. Essa ação equilibraria o desajuste dentro da saúde pública no Brasil e melhoraria a qualidade do recurso de 80% dos brasileiros.