Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 20/07/2020
São Tomás de Aquino defendeu que todas as pessoas precisam ser tratadas com a mesma importância. Porém, tem-se o constante debate sobre a saúde pública no Brasil. Uma vez que, no Brasil, o direito à saúde não é igualitário, prejudicando parte da população. Nesse sentido, ao falar sobre a problemática, há dois aspectos que devem ser discutidos, a negligência governamental e a corrupção.
Em primeiro lugar, sabe que a negligência governamental é algo muito prejudicial para a saúde pública no Brasil. Visto que, a saúde pública não é muito valorizada por falta de investimento do Estado. Em analogia, tem-se a Constituição Federal de 1988, em que há um artigo que diz que pela primeira vez, a saúde passa a ser um direito de todos. Em virtude disso, nota-se que o Estado está sendo negligente ao ignorar uma lei constitucional e não investir na saúde publica, garantindo que ela possa chegar a todos os brasileiros.
Em contrapartida, tem-se a corrupção, pois quando há o investimento por parte do Estado, ainda assim existe um desvio de grade parte desse dinheiro. Com isso, o capital que chega às mãos dos responsáveis pela saúde de cada município é mínimo, pois existem políticos que permitem o desvio de tal dinheiro. Em analogia tem-se a citação de Albert Einstein, “O meu ideal político é a democracia, para que todo o homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado.” Contudo, é sabido que o Brasil é um país democrático, conclui-se que os políticos brasileiros não estão agindo como dizia Einstein, ser uma democracia, já que eles permitem que o homem seja desrespeitado como indivíduo, ao desviar as verbas inicialmente investidas na saúde pública.
Por conseguinte, o Governo deve dar mais assistência à saúde pública brasileira, por meio do investimento nesse setor, separando parte dos impostos pagos anualmente pelos cidadãos para tal causa, para que assim o setor de saúde pública consiga atender a todos. A fim de que os debates sobre saúde pública possam evoluir com a consciência de que o setor continuará sendo mantido. Além disso, o Ministério da Saúde deve aumentar a fiscalização das verbas direcionadas para a saúde pública, para que nenhum dinheiro seja desviado, por meio da criação de um departamento que fique responsável apenas por essa função, garantindo o exercício da democracia. Dessa forma, a saúde pública se tornará igualitária e todas as pessoas serão tratadas com a mesma importância, assim como propôs São Tomas de Aquino.