Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 27/07/2020

A primeira lei de Newton afirma que um corpo em movimento tende a ficar em movimento até que uma força atue sobre ele, mudando-o de rota. Analogamente, por caracterizar-se como um problema estático e sem grandes mudanças, a saúde pública no Brasil é um dos fatores mais preocupantes para a nação. Com isso, ao invés de funcionar como a força suficiente capaz de mudar o percurso desse empecilho, os cuidados para a saúde pública oferecida pelo governo, ainda não é o suficiente para que todos usufruam de tal benefício. Dessa forma, faz-se necessário discutir a desigualdade comunitária que desencadeia impasses presentes na vida dos brasileiros.

Primeiramente, cabe notar que, em 2010, o país teve um gasto de apenas 10,7% de seu orçamento público total com a saúde, aproximadamente 1,5% a menos que de outros países emergentes. Esse fato faz com que os cidadãos arquem com as consequências geradas pela falta de investimento. Nessa circunstância, cerca de 35 milhões de brasileiros encontram-se sem água tratada. Desse modo, torna-se inevitável a mudança de percurso do investimento público, destacando o da saúde.

Outrossim, há outro fator agravante: o ministro Raimundo Carreiro, elegeu a falta de médicos como “o principal problema do SUS”. Nesse contexto, nota-se a má distribuição de profissionais devido á dificuldade de interiorização, consequentemente ocasionando a desigualdade social. Alguns exemplos disso são: fila de espera prorrogada, nenhum indivíduo para atender o paciente e alguns seres deixam de procurar hospitais por conta da demora para serem atendidos. Dessa maneira, são vários fatores contribuintes para uma má sanidade pública.

Diante do exposto, cabe, portanto, que tal questão seja resolvida. Para isso, o Ministério da Saúde deve fazer uma reorganização das verbas, contratando mais profissionais da área, a fim de que todos usufruam do mesmo benefício disponível à todos.