Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 28/07/2020

Brasil Tem Estatais Demais?

Existe no Brasil uma variedade de controvérsias com relação sobre a privatização dos serviços de manutenção física públicos, um dos principais argumentos a favor disso seria o fato de incapacidade de assistir a todos que necessitam dessa ajuda ou quando a recebem, ainda há falta de equipamentos básicos para o atendimento. Apesar disso, graças as infraestruturas acessíveis, que fazem parte do Sistema Único de Saúde(SUS), como PSF e Unidades de Pronto Atendimento(UPA), muitas doenças e até mortes podem ser evitadas, sem o endividamento dos menos providos financeiramente.

Outrossim, em países de primeiro mundo, como os Estados Unidos da América, Holanda, Suíça, etc, o sistema de vigor encontra-se exclusivo. Um dos maiores exemplos de como a desestatização pode funcionar está entre os holandeses, onde é obrigatório o pagamento do plano de saúde, assim o desenvolvimento dos locais de atendimento torna-se mais efetivo e a população não sai prejudicada pelo custo do atendimento. E pelo fato de o território nacional já estar sendo considerado desenvolvido e futuramente a aceitação como membro permanente da OCDE, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, essa realidade torna-se possível para a Nação.

Para mais, mesmo que o SUS tenha um avanço em equipamentos, esse é lento e pouco eficaz, mas como é mostrado em outros negócios como “amazon”," shell" e “FedEX”, se compararmos com os similares, porém mais “viáveis”, como imposto nas plataformas de informação, evidencia-se que os sistemas particulares são tem uma série de fatores que o tornam superiores aos contrários a este, como melhor qualidade de entrega do produto, maior confiabilidade e se não gostar deste ou estiver causando defeitos, diferentemente dos públicos onde é obrigado a pagar, seja no valor mínimo taxado ou em impostos, pode-se devolver ou ser reembolsado pelo que não atendeu às necessidades desejadas primeiramente.

Desse modo, com exemplos claros funcionando em vários setores da economia da pátria, consta-se que a população será mais favorecida com o sistema restrito do que com o sistema público. Desse modo, perceber-se que a privatização da saúde no país é possível e funcional, contanto que haja ainda a ajuda governamental para a aquisição de remédios e tratamentos muito caros, e ainda a criação, pelo governo federal, da lei que indica a obrigatoriedade de ter-se convenio que seja atribuído o preço de acordo com a renda e por consequência a diminuição dos impostos, só assim o país avançará e a precariedade da saúde se extinguirá.