Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 26/07/2020

Após a Independência do Brasil, em 1822, D. Pedro II determinou a criação de órgãos para inspecionar a saúde pública, como forma de evitar epidemias e melhorar a qualidade de vida da população. De modo semelhante, a criação do SUS (Sistema Único de Saúde) foi uma grande conquista para a população brasileira. Assim, cabe notar que mesmo com a invenção dessa organização, o país sofre desafios de mau gerenciamento e de falta de investimentos financeiros.

A princípio, estima-se que existam 1 médico para cada 470 pessoas, de acordo com o Conselho Federal de Medicina. Essa fato, faz com que o índice de médicos qualificados para pronto atendimento esteja em decadência. Nesse contexto, o futuro da população se torna cada vez mais instável. Diante disso, as pessoas que precisam de profissionais da saúde especializados ou agendamento de exames sofrem com a falta de recursos medicinais constantemente.

Entretanto, em 1990, mais de 70% da receita foi para a saúde, já em 2010 10,4% de seu orçamento público total com a saúde, quase 5% a menos que a média mundial. Essa sentença, faz com que o SUS esteja subfinanciando e não recebendo dinheiro suficiente para atender a sua demanda, segundo Oswaldo Yoshimi Tanaka, diretor da Faculdade de Saúde Pública da USP. Nessa circunstância, Nesse caso, o maior problema é que não há uma lei determinando qual deve ser o investimento percentual do governo federal na entidade. Dessa forma, a redução da da taxa é preocupante e sistemática.

Torna-se evidente, portanto, que o índice de recursos financeiros aparecem péssimos. Para que isso mude, o Município, por meio do Ministério da Saúde, deve primeiramente aumentar os investimentos nos hospitais que possuem atendimento pelo SUS, já que 75% da população é dependente disso. Ademais, a má distribuição de médicos entre os estados estão desproporcionais. Para que isso se converta, o Estado, por meio MEC, deve garantir que exista médicos qualificados e especializados em todas as regiões, afim de garantir um bom atendimento hospitalar, já que o Sistema de Saúde brasileiro é classificado como péssimo.