Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 26/07/2020
Segundo o IBGE, 80% da população brasileira depende do SUS para ter os cuidados médicos que são totalmente gratuitos e de acesso livre a todos. Entretanto, há famílias que não tem condições de pagar um plano de saúde, uma consulta com os médicos, cirurgias, tratamentos e os cuidados que hospitais particulares oferecem. Dessa forma, privatizar o SUS pode significar a morte de milhares de pessoas e até uma dívida eterna com o governo para conseguir uma saúde de qualidade.
Primeiramente, deve-se analisar a situação das famílias brasileiras que realmente necessitam desse benefício gratuito. Depois de apurações, o IBGE concluiu que 23.9% da população brasileira vive com menos de um salário mínimo, que por si só já é um valor muito baixo, então, se deduz que essas pessoas não possam pagar um tratamento particular. Isso acarretaria uma série de problemas para essas famílias e até pode causar as suas mortes.
Então, pode-se deduzir que essa atitude do governo pode ser um ataque homicida contra as famílias brasileiras de baixa renda. O SUS, como todos os outros serviços públicos, tem seus altos e baixos, como a demora nas filas para realizados de tratamentos e cirurgias gratuitas, porém, para as pessoas que não tem nenhuma condição ele se torna um verdadeiro herói. A privatização tiraria esse privilégio e o tornaria acessível apenas para a classe alta da sociedade brasileira.
Portanto, faz se necessário criar novas medidas para evitar essa privatização. O governo, por meio dos ministérios de saúde e economia deve criar estratégias para reduzir gastos e tornar esse serviço mais barato, sem diminuir sua qualidade e não deixar que ele se torne um serviço pago, como é nos EUA. Ademais, reavaliar quem realmente pode usar esse benéfico é uma forma eficaz de reduzir gastos.