Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 04/10/2020
Comenta-se, há muito tempo no país, a respeito da precariedade do sistema público de saúde. Desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, tornou-se dever do Estado promover o acesso a um serviço de qualidade e gratuito à todos os cidadãos, porém a instabilidade política afeta a gestão de vários setores, como, por exemplo o Sistema Único de Saúde (SUS), e consequentemente problemas relacionados a superlotação e um instável atendimento.
Á princípio, vale destacar que a fragilidade política está relacionada a casos de corrupção, ou seja, funcionários do governo que usam da competência de legislar para desviar verbas e obter vantagens para fins privados. Um comportamento que atenuar a desordem e afeta diretamente o bem estar social, visto que, esse comportamento retira investimento público da educação, transporte, alimentação dentre outras áreas. Conforme dados da Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), a instabilidade econômica atrapalha o funcionamento do SUS, já que, a falta instrumentos, remédios e vacinas e clinico. Assim, a insuficiência de verba financeira dificulta e complica a administração hospitalar além de acentuar a questão.
Ademais, o Brasil sofre com deficiências na assistência primaria, uma vez que, diante de adversidade na marcação de consulta, muitas pessoas acabam-se dirigindo aos prontos socorros, local de tratamento de doenças e ferimentos graves, pois sabem que haverá médico de plantão. Entretanto esse raciocino equivocado agrava a superlotação, porque, pacientes que aguardam socorro geralmente se encontram em quadros de leve a média complexidade, por exemplo, com gripe, dores no corpo ferimentos superficiais e febre, sendo assim poderiam procurar auxilio na unidade de pronto atendimento (UPA), e se necessário o atendente faz o encaminhamento para o local certo. Contudo, devido á longas filas de espera é impossível que um profissional consiga prestar uma boa assistência, dado que, cada quadro clinico requer uma atenção especifica e por razão proporcionam uma péssima atenção a população.
Portanto, percebe-se que faz necessário, uma reivindicação da sociedade por melhorias nos sistemas de saúde. Representantes do Estado não pode, mesmo em tempo de crise, diminuir dinheiro repassado aos hospitais, em razão de que se trata de um setor importante para a sociedade. Ademais, o governo deveria criar campanhas informativa, por meio de propagandas e panfletos, ensinando a sociedade a procurarem por serviço desta natureza nas UPAS OU SUS de acordo com os sintomas, logo se isso for feito diminuirá o tempo de espera de atendimento.