Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 14/10/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, os obstáculos para o acesso à saúde pública impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa conjuntura, faz-se imprescindível meios para averiguar esse embate, bem como sugerir medidas que alterem esse quadro.
Em primeira instância, é válido ressaltar a importância do Estado no que se refere ao oferecimento de infraestruturas adequadas. Consoante ao sociólogo Dohrendorf no livro “A lei e a ordem”, a anomia é uma condição social onde as normas reguladoras do comportamento das pessoas perdem a sua validade. De maneira análoga, é notório a intensa negligência estatal, uma vez que a construção de leitos e infraestruturas qualificáveis em hospitais públicos, hodiernamente, é falho na sociedade.
Ademais, é essencial mencionar que a superlotação nos postos de saúde acarretam grandes filas e gera desconfortos para as pessoas. Desse modo, muitos indivíduos não possuem condições eficientes para o enfrentamento de filas e acabam retornando para seus lares sem a realização de exames. Segundo o site Agência Brasil, 90% dos entrevistados pela pesquisa relatam ter enfrentado longas filas para execução das consultas médicas. Assim, nota-se que medidas devem ser tomadas em imediato para cessar esse transtorno que afeta o cotidiano social.
Evidencia-se, portanto, a imprescindibilidade de efetuar mudanças de transformação da realidade. Logo, é fulcral que o Ministério da Saúde invista em leitos e infraestruturas de qualidade, através do disponibilidade de dinheiros para os proprietários dos hospitais, com o objetivo de promover a todos o direito à saúde. Outrossim, urge ao mesmo órgão governamental realizar a redução no tempo de espera pelas consultas médicas, cirurgias e exames, investindo em mais profissionais na área da saúde para realização de um atendimento eficaz sem filas longas para priorizar à saúde dos pacientes.