Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 16/11/2020

Em 2016, o documentário norte-americano “SiCKO”, mostrou ao público mundial a realidade do sistema de saúde dos Estados Unidos. Essa produção evidenciou as consequências negativas de um plano privado de saúde e os problemas gerados naqueles que não possuem condições de pagar esses planos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde, provê atendimento gratuito para a população. Entretanto, atualmente o SUS é desvalorizado pela população por não atender a demanda de casos no tempo necessário e também pela falta de incentivo do próprio governo.

Primeiramente, é necessário analisar a falta de investimento no contrato de novos profissionais em várias áreas da saúde. Essa carência de atendimento especializado em maior escala, causa desconforto e problemas na população brasileira, ou seja, negligenciando o bem-estar do povo e também propósito pelo qual o SUS foi criado: saúde para todos. Assim, muitas vezes os pacientes precisam ir atrás de atendimento privado e consequentemente de altíssimo custo.

Em segundo caso, de acordo com os dados divulgado pelo “Jornal Nacional” em 2020, centenas de pessoas morrem por ano na fila de espera para procedimentos médicos pelo SUS. Logo, o descaso do SUS com o povo brasileiro é agravado pelo alto tempo ao aguardar em filas, resultando da falta de manutenção e organização da infraestrutura do sistema de saúde, algo que é evidente em quase maioria das unidades básicas de atendimento, segundo o portal jornalístico “G1”.

Em suma, para que o SUS seja devidamente valorizado, os problemas supracitados devem ser solucionados. Portanto, conforme a Constituição Brasileira de 1988, a saúde é um direito do brasileiro, logo, cabe ao Ministério da Saúde garantir o investimento necessário para manter o SUS funcionando adequadamente, encurtando o tempo nas filas de espera e divulgando métodos de apoio à população, facilitando assim o acesso a tratamentos mais imediatos. Desse modo, garantindo que o modelo de planos de saúde dos EUA, não se torne a realidade brasileira.