Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 17/09/2021
Legitimada em 1990, a Lei Orgânica da Saúde certifica-se das ações e serviços de saúde em todo o território brasileiro, a partir dos objetivos do Sistema Único de Saúde (SUS), disponível igualmente de forma gratuita a todos os cidadãos. Nesse contexto, atualmente são inúmeros os debates quanto à saúde pública no país. À vista disso, as discussões se fazem tanto pela verba insuficiente quanto pela falta de profissionais atuantes no SUS. Logo, fazem-se necessárias mudanças na gestão responsável por uma parcela do bem-estar da população.
Primordialmente, a má administração financeira na área é responsável pela insatisfação de parte dos utentes do Sistema Único de Saúde disponibilizado no Brasil. Sendo assim, de acordo com o site VEJA, mortes evitáveis e sequelas irreversíveis de milhares de cidadãos ocorrem pela falta de condições de trabalho disponíveis aos profissionais da saúde. Portanto, a ineficaz destinação de recursos obtidos a partir de impostos arrecadados, resulta desde a falta de materiais básicos na área, como luvas, cateteres e micropore, por exemplo. Assim, é de suma importância uma maior atenção quanto à gestão de recursos básicos nesse âmbito.
Ademais, a falta de profissionais qualificados se faz presente na saúde pública do país, tanto pela pouca quantidade quanto pela má distribuição de médicos atuantes no sistema. Dessa forma, conforme dados do Conselho Federal de Medicina, existe em torno de um capacitado para cada 470 brasileiros; enquanto no Nordeste e Norte a informação é de que existe um médico operante para cada 953,3 e 749,6 cidadãos. Consequentemente, o fato colabora para a agravação de atraso nos atendimentos, diagnósticos e tratamentos; contrariando a ideologia do SUS ao não ser capaz de disponibilizar de forma efetiva o suporte à saúde da população. Logo, é essencial que medidas sejam concedidas.
Dado o exposto, é preciso que mudanças sejam realizadas a fim de amenizar os impactos da má administração da saúde pública no Brasil. Portanto, compete ao Ministério da Saúde juntamente com a União, estados e municípios, uma gestão composta por profissionais que convivam nos ambientes destinados à saúde. Desse modo, tendo uma melhora tanto no gerenciamento de especialistas por cidadão quanto na distribuição, de forma mais eficaz e justa, de verbas designada à área com o propósito de intervir as problemáticas supracitadas e alcançar os objetivos postos ao SUS.