Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 17/09/2021

É inegável que, na atual conjuntura social, a saúde pública no Brasil deve ser debatida. Nesse contexto, a escola e a desigualdade social agravam esse problema. Com efeito, visando amenizar a problemática, medidas envolvendo esferas sociais do país devem ser tomadas.

Em primeira análise, é fulcral ressaltar que, devido à precariedade das escolas públicas brasileiras, os alunos  não refletem sobre a importância da saúde pública. Segundo Immanuel Kant, filósofo alemão, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Sendo assim, a maioria dos alunos que não tem acesso a uma educação de qualidade acabam não construindo conhecimentos, relações e ações que fortalecem a busca por vidas mais saudáveis.

Ademais, é importante pontuar que a disparidade social afeta o funcionamento da saúde pública no Brasil. Com o advento da Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra no século XVIII, intensificou-se a concentração de capital. Dessa forma, infelizmente, o acesso à saúde passou a ser ainda mais limitado e bastante seletivo. No Brasil, embora sete em cada dez pessoas usam o Sistema Único de Saúde (SUS), o país ainda apresenta uma carência de cerca de 30 milhões de pessoas sem acesso à saúde.

Portanto, o Estado deve tomar medida para solucionar os problemas enfrentados pela saúde pública no Brasil. Caberá ao Ministério da Educação, responsável pelo bem estar dos alunos, promover palestras com especialistas por meio de uso de verba governamental, a fim de ensinar aos estudantes a valorizar o Sistema Único de Saúde que, infelizmente, carece de investimentos. Além disso, o governo deve focar em soluções pontuais de acordo com a necessidade de cada grupo de pessoas, até que o acesso à saúde se torne igualitário.