Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 13/11/2021
No ano de 2020, houve a eclosão da pandemia do coronavírus, síndrome respiratória que resultou a morte de milhares de pessoas. Nessa conjuntura, diante desse quadro citado acima, houve a retomada do debate acerca da saúde pública, no Brasil hodierno, uma vez que os hospitais não tinha infraestrutura adequada para receber todos os infectados pela doença. Dessa forma, a crise econômica e os atos de corrupção são fatores que corroboram para o desencadeamento da crise do SUS, o que torna essencial a tomada de medidas para a sua resolução.
Em primeira análise, é mister afirmar que os problemas na economia, gerados das crises políticas nacionais e de problemáticas mundiais, contribui para a criação de um panorama de instabilidade na área da saúde. Nesse contexto, a falta de dinheiro gera uma diminuição de verbas destinado ao setor supracitado, o que origina, consequentemente, má distribuição, em hospitais e postos não privados, de remédios e escassez de médicos. Dessa maneira, várias pessoas ficam sem a assistência necessária e sem acesso à saúde, um direito essencial, garantido pela Carta Magna, de 1988, da nação brasileira. Outrossim, é válido ressaltar que a má gestão dos recursos financeiros cria uma instabilidade no SUS. Nessa perspectiva, a corrupção reduz os financiamentos destinados à saúde e, como toda ação gera uma reação, segundo reitera o pensador inglês Isaac Newton, em sua segunda Lei da Física, o desvio monetário faz com que haja escassez de investimentos nas instalações hospitalares, falta de pagamento dos profissionais da medicina e ausência de equipamentos para a realização de exames, por exemplo. Desse modo, o sistema de saúde público entra em colapso e, por consequência, milhares de indivíduos são prejudicados.
Destarte, torna – se essencial a tomada de medidas para a resolução do imbróglio supracitado. Portanto, cabe ao Governo Federal, aliado ao Poder Judiciário, esfera encarregada da execução da justiça, por intermédio da aplicação mais severa das leis, conceder punições mais rígidas, como prisões, às pessoas acusadas de desvio de dinheiro e de verbas, além de exigir transparência das gestões, a fim de atenuar os atos de corrupção no setor debatido e, por conseguinte, melhorar a administração das finanças governamentais. Somente assim, o cenário contemporâneo será modificado e aprimorado.