Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 20/08/2022

No livro “Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, é retratada uma visão perfeita do Brasil, onde é livre de problemas. Entretanto, no século XXI, há uma privatização da saúde em relação às doenças raras e isso é uma problématica. O berço do imbróglio é o custo monetário, além disso um sistema público ineficaz.

Nesse contexto, pode-se perceber que os farmácos para tratar doenças raras são caros. Segundo o professor e coordenador do Observatório de Doenças Raras da Universidade de Brasília (UNB), o ser humano tende não seguir á ética quando se trata de dinheiro. Nessa perspectiva, os médicos procedem no tratamento somente se o paciente possuir o dinheiro da consulta, não se importa com a possível morte do paciente.

Outrossim, o sistema público agrava o problema por não ser eficaz. Conforme Émile Durkheim, “o índividuo só poderá agir na medida em que aprenda o contexto em que está inserido, saber suas origens e condições de que depende”. Diante dessa perspectiva, as pessoas pobres não coseguem custear um determinado tratamento, então, esperam horas em fileiras com intuito de receber o mesmo.

Infere-se, portanto, que o imbróglio necessita de uma solução. Cabe ás organizações privadas investirem nas Ongs (Organizações não governamentais), isso pode ser executado por programas donátarios que destinam uma parte de dinheiro para as mesmas, com isso as Ongs auxiliaram no tratamento de pessoas com doenças raras. Assim, o Brasil poderá ser tão perfeito quanto no livro de Lima Barreto.