Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 23/10/2023

Apesar da constituição cidadã brasileira de 1988 afirmar que o indivíduo possui direito à saúde, na prática, tal direito ainda não é garantido completamente. Investimentos precários na saúde, por parte do Estado, além da falta de incentivos governamentais para a redução do surgimento de problemas de saúde causados pelo sedentarismo ou má alimentação, contribuem para o grave quadro atual da saúde pública brasileira e medidas se mostram necessárias para a mudança da situação.

O Brasil investe na saúde de forma insuficiente e esse é um um dos principais motivos responsáveis pela condição defasada atual existente. De acordo com dados divulgados pelo site “mv.com.br”, em 2010, o Brasil investiu quase 5% a menos na saúde do que a média mundial, ou seja, apenas 10,7% de sua receita anual, criando assim uma escassez na quantidade de recursos disponíveis para o custeio de importantes setores da saúde pública como a manutenção dos equipamentos, salário dos médicos, compra de remédios e etc.

Além disso, a falta de mecanismos incentivados, por parte do Governo, para a redução do surgimento de problemas de saúde na população, agrava a já limitada capacidade de atendimento existente no SUS. Sabe-se que, investir na prevenção do surgimento de algumas doenças é diversas vezes mais eficiente do que o tratamento da doença em si. É o caso do cigarro, em que o Governo Federal anualmente, realiza campanhas de publicidade para a redução da quantidade de fumantes.

Portando, medidas devem ser tomadas diante desse cenário.O Ministério da Saúde deve promover palestras gratuitas para orientar as pessoas a se alimentarem melhor, evitando assim, problemas futuros.O Governo deve reorganizar o cadastro de quem realmente precisa da saúde pública, dessa forma, os cidadãos que tem condições de pagar e os que não tem serão separados, fazendo assim, um sistema mais justo. Governo deve reformular a verba direcionada para o SUS, aumentando-á e, em decorrência disso, os profissionais serão atraídos. Assim, a saúde publica brasileira não será mais um impasse.