Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 31/10/2023
Apesar da Constituição de 1988 afirmar que o indivíduo possui direito à saúde,na prática, tal direito aida, não se é garantido completamente. Investimentos precários na saúde, por parte do Estado, além da falta de incentivos gavernamentais para a redução do surgimento de problemas de saúde causadas pelo sedentarismo ou má alimentação contribuem para o grave quadro atual da saúde pública brasileira e medidas se mostram necessárias para a mudança da situação. Nessa pesperctiva, debates são necessários para reverter esse cenário.
Em primeiro plano, é imprescindível salientar o quanto a corrupção aliada a não aplicabilidade da Constituição Federal figuram, sobremaneira, como aspectos para o estado caótico da saúde pública, com isso, o sistema de saúde público é afetado, pois o desvio de verba é um problema nocivo, aliado a isso por não ser uma prioridade, a falta de investimentos é evidente nesse ramo. Ademais, ao perceber que as pessoas que possuem planos de saúde tem também acesso ao Sistema Único de Saúde, torna-se perceptível a incoerência da disparidade entre quem precisa e quem têm condições de arcar com as despesas médicas particulares; o Chile, por exemplo, faz com que os cidadãos escolham entre ter atendimentos nos hospitais públicos ou ter um plano particular.
Em segundo plano, é preciso analisar os motivos que levam a demora para atender os pacientes. Devido aos baixos números de profissionais, a demanda de pessoas que precisam ser atendidas tornam-se demasiadamente grandes em comparação aos médicos, consequentemente, os materiais necessários são, também, poucos. Além disso, a ineficiência da saúde preventiva é outro fator para a superlotação dos hospitais, segundo o Ministério da Saúde, 52% dos brasileiros estão acima do peso e, quando a obesidade é colocada em questão, doenças crônicas são sequelas desse mal, como hipertensão e diabetes, que poderiam ser evitadas facilmente, por exemplo, com uma boa alimentação.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para diminuir os impactos do atendimento e recursos para a saúde pública brasileira. O Ministério da Saúde deve promover palestras, campanhas publicitárias para que as pessoas possam ter uma alimentação saudável, evirtando assim, problemas futuros. E o Governo deve reorganizar o cadastro de quem realmente precisa de saúde pública, dessa forma, os cidadãos que tem condições de pagar e os que não tem serão separados , fazendo assim um sistema mais justo. E ainda o Governo deve reformular a verba direcionada para o SUS, aumentando-a e, em decorrência disso, os profissionais serão atraídos. Assim, a saúde pública do Brasil não será mais um impasse.