Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 31/10/2023
No célebre filme de 2022 “Continência ao amor” da Netflix, a figura protagonista é construída a partir de seus sonhos e dificuldades. Tais dificuldades incluem problemas financeiros, que agravaram-se após a descoberta da doença diabetes. O filme é desenvolvido nos Estados Unidos da América, que não possui um sistema de saúde público, contribuindo para a falta de acessibilidade da sociedade. Sob esse viés, no Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) têm como objetivo assegurar o bem-estar da saúde pública, todavia esse sistema pode ser considerado precário, uma vez que a falta de investimento prejudica diretamente na qualidade do SUS.
Segundo o Art. 196 da Constituição Federal, a saúde é direito de todos e dever do Estado, tal afirmação é ratificada ao analisar as medidas estabelecidas pelo Governo brasileiro. Dessa forma, o Sistema Único de Saúde (SUS) foi instituído pela Constituição Federal de 1988, visando assim assegurar a relevância da saúde pública equitativamente da privada, porém, as condições do sistema de saúde atual no Brasil é um desafio preocupante que afeta a eficácia do atendimento médico.
Ademais, para o filósofo Hipócrates, considerado pai da medicina, “a cura está ligada ao tempo e às vezes também às circunstâncias”. De fato, tal pensamento é evidente na realidade do Sistema de Saúde Público brasileiro, uma vez que é influenciado por diversos fatores, por exemplo, a falta de investimento, que valida os desafios encontrados no SUS. Por consequência, algumas áreas do país enfrentam a falta de infraestrutura adequada, equipamentos e recursos médicos, o que pode resultar em serviços de saúde de qualidade inferior.
Portanto, a partir da compreensão que o Sistema Único de Saúde possui falta de infraestrutura adequada, escassez de recursos, demora no atendimento e a ausência de medicamentos essenciais, é necessário estabelecer medidas que visam garantir um atendimento de saúde equitativo e eficaz para todos os cidadãos brasileiros. Sendo assim, cabe ao Governo vigente investir no sistema de saúde público brasileiro, por meio da criação de programas financeiros voltados para atualizações estruturais, aumento de recursos e aprimoramento na gestão para superar este desafio, e fornecer um sistema de saúde mais eficiente e confiável.