Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 31/10/2023

De acordo com a OMS, “Saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença”. Nesse sentido, é notória a ruptura do sistema público de saúde no Brasil, visto que a má gestão de recursos, a negligência e desatenção governamentais perante a profissionalização de especialistas que oferecem amparo psicológico se mostram presentes ainda na contemporaneidade nacional. De tal forma, cabe ao Estado, políticas de gerenciamento e regulamentação beneficentes para a resolução de tais mazelas.

Primeiramente, cabe pontuar que a problematização da pauta se dá, sobretudo, pela falta de investimento e incentivo à esfera médica do país, ocasionando em filas de longa espera para pessoas doentes e a falta de leitos para pacientes em estado grave, o que gerou um grande número de mortes no país, fato esse perceptível pela péssima preparação e descuidado diante a pandemia do vírus “Covid-19”. Juntamente, a concentração de riquezas afeta diretamente a vida e bem- estar de famílias em condições precárias, sendo um dos agentes influentes para o aumento de casos de displicência governamental. Por isso, é primordial que as questões pontuadas sejam levadas à análise para a solução desses problemas.

Outrossim, vale salientar que a fragmentação do sistema de saúde entre “público” e “privado” dificulta a coordenação, manutenção e a ideia de equidade populacional, uma vez que, para aqueles que não possuem um bom plano de saúde, a deficiência do atendimento e do tratamento, junto com a espera tardia por diagnósticos, reflete na escassez de materiais e ferramentas de trabalho.

Portanto, medidas urgem ser tomadas para a solução desse descaso. Logo, cabe ao Ministério da Saúde - órgão responsável por gerir e fazer cumprir políticas relacionadas ao âmbito da saúde em território nacional - juntamente ao poder legislativo e ao Estado, a criação de projetos embasados que tem como finalidade a maior inserção de profissionais capacitados no contexto medicinal, o auxílio a famílias de baixa renda para melhor equidade no tratamento e o investimento em pesquisas médicas e inovação por meio de programas governamentais a fim de democratizar e universalizar a saúde pública no brasil. Assim, será possível 30 resolver, gradativamente, tais problemas.