Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 30/10/2023
Segundo Aristóteles, “a base da sociedade é a justiça”. Entretanto não é possível verificar uma reação interventiva no debate sobre a saúde pública no Brasil, visto que a sociedade enfrenta uma série de desafios para atender a essa demanda. Nesse contexto torna-se evidente a negligência estatal, bem como a desigualdade social.
Em primeira análise, percebe-se, a negligência estatal presente na questão. No livro o cidadão de papel, Gilberto Dimenstain exemplifica que,“no Brasil as leis são infinitas o que gera uma falsa sensação de cidadania”. Essa frase legítima como o governo retarda a saúde pública no Brasil, posto que, a parcela que mora em co- munidades, passam por situações precárias, onde muito vezes vem a óbito, por não terem uma hospitalização decente.
Em paralelo, a desigualdade social, é um entrave no que tange ao problema. Para Aldous Huxley, " os fatos não deixam de existir só porque são ignorados". Essa frase está interligada com a saúde pública no Brasil, tendo em vista que, a parte mais pobre da população, como os moradores de rua, são submetidos a condições inferiores a de pessoas ricas ou bem sucedidas. Sendo assim não tem direitos a psicológo, cartão de todos, entre outros benefícios que cidadãos com melhor condição de vida dispõem.
Portanto, será necessário uma intervenção. Para isso o Ministério da saúde, órgão responsável por proteger o ser humano contra doenças físicas e mentais. Deverá desenvolver capanhas de conscientização, afim de revestir a negligência estatal. Tal ação ainda deve ser divulgada por influencidores digitais, com objetivo de melhorar a saúde pública no Brasil. Em conjunto, é preciso intervir sobre a desigualdade social, por meio de sites e veículos de mídia. Dessa forma, a justiça possa ser considerada, como cita Aristóteles.