Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 30/10/2023

Na contemporaneidade brasileira, há um descaso com o sistema de saúde público. Paralelamente, o documentário “Sicko”, dirigido por Michael Moore expõe de maneira analítica as crises do sistema de saúde americano, entretanto, esses problemas não ficam retidos apenas nos Estados Unidos, dentre essas incógnitas podem ser citadas a superlotação dos hospitais e a escassez de verbas. Conclui-se, que medidas devem ser executadas para extinguir essas problemáticas.

Em primeira análise, evidentemente, a superlotação de hospitais afeta a qualidade e a acessibilidade dos cuidados da saúde, de acordo com dados do G1 a fila do SUS (Sistema Único de Saúde) tem quase 1 milhão de pacientes esperando por cirurgias eletivas, muitas vezes os pacientes enfrentam longos tempos de espera devido à alta demanda por serviços, o que pode resultar em atrasos nos tratamentos, na prestação de cuidados inadequados e, resultando até mesmo em mortes.

Em segunda análise, é possivel enxergar a escassez de verbas por meio de dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) sobre gastos publicos em saúde com o percentual do PIB, em uma classificação de 13 países o Brasil está em 12° lugar. Consequentemente, a falta de recursos para a aquisição de equipamentos, contratações de funcionários da área da saúde, manutenções de sistemas e o desenvolvimento de programas de prevenção.

Depreende-se, então, que há muitas temáticas para serem debatidas a respeito da saúde pública do Brasil. Cabe, então, ao Ministério da Saúde responsável por garantir qualidade de vida à população, reduzindo doenças e melhorando a vigilância em saúde, investir mais na gestão dos hospitais públicos e na distribuição de verbas necessárias. A fim de solucionar os obstáculos e garantir a capacidade do sistema de saúde de atender às necessidades da população de forma eficaz.