Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 31/10/2023

A saúde pública no Brasil é algo extremamente necessário por ser um país com uma taxa elevada de pobreza, levando ao fato de que estas pessoas não possuem condições financeiras suficientes para arcarem com um plano de saúde privado. E para falar sobre saúde pública, é necessário discutir sobre os pontos positivos e os que tendem a melhorar.

Nos dias atuais, a sociedade brasileira apresenta fatídicos dados sobre a pobreza pois como um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística diz, em 2022, 33% da população estava na linha da pobreza, ou seja, mais de 70 milhões de pessoas. O benefício do Sistema Único de Saúde, é que o mesmo concede disponibilidade de atendimento público, algo extremamente necessário para aqueles que não possuem uma renda cabível para pagar um plano privado. Além dos procedimentos como vacinação, doação de sangue, quimioterapia, transplante de órgãos, permite uma melhoria da situação de saúde dos de baixa renda, pois como é dito no artigo 2 da Constituição brasileira, um dos direitos fundamentais do ser humano é a saúde, e o Estado deve prover as condições indispensáveis.

Porém, ele não é administrado da maneira correta, pelo fato de haver várias situações em que muitos ficavam na lista de espera, por exemplo. Há também a superlotação de hospitais, verba escassa, despreparo dos profissionais, além da baixa quantidade de atendimentos que colocou o país na vigésima sétima posição em 30 países avaliados. O que muitas das vezes acaba agravando a situação do paciente, que certamente é muito prejudicial pois segundo estimativas, 70% da população depende do Sistema Único de Saúde, que equivale a mais de 148 milhões de brasileiros.

Diante do exposto, o Estado é o principal agente que deve atuar, fazendo manutenções no administrativo do Sistema Único de Saúde, disponibilizando verbas para a construções de hospitais, equipamentos e profissionais da saúde, realizando a contratação de mais pessoas para realizarem os atendimentos e melhor distribuição de médicos entre as unidades de saúde, para assim então, um maior percentual de pessoas terem acesso a uma saúde de qualidade e gratuita para conseguirem assim um de seus direitos fundamentais.