Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 29/06/2020

Promulgada pela ONU - Organização das Nações Unidas em 1948, a declaração dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde, educação, segurança e ao bem- estar social. Todavia, os obstáculos sociopolíticos em relação ao debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena, dificultam a qualidade de vida das brasileiras, tornando esse revés é motivado por questões sociopolíticas.

Antes de tudo, é preciso analisar as dimensões de bases políticas da sociedade civil e, segundo Platão " O importante não é viver, mas é viver bem".Nesse sentido, cerca de 30% das brasileiras sofrem a violência doméstica durante a quarentena, o que deveria refletir na boa segurança e principalmente na qualidade de vida e do bem - estar social, mas que se opõe com a ajuda da irresponsabilidade governamental e policial, sem reflexão nos efeitos dessa prática. Segundo dados da OMS - Organização Mundial da saúde 38% dos assassinatos de mulheres são cometidos pelo parceiro da vítima.

Além disso, fatores sociais contribuem para a  propagação desse problema.Questões como objetificação do corpo feminino,abusos psicológicos e violação dos direitos sociais são aspectos hostis da sociedade brasileira à vulnerabilidade da população feminina.Nesse sentido, a falta de saúde, educação, segurança e ao bem - estar interferem na qualidade de vida de brasileiras,se perpetuam e geram conflitos.

Infere-se, portanto, que para mudar esse cenário é necessário  que o governo unindo -se  a ONU, enfatize a importância dos Direitos Humanos  e promova reflexões através de programas de integração social, como cursos capacitação para policiais, assistentes sociais, psicólogos com princípios sociais mais justos  que colaborem para o desenvolvimento da segurança nacional e proteção das mulheres brasileiras, garantindo assim, os direitos humanos  de bem - estar  e segurança.