Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 01/07/2020
A lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agosto de 2006, entrando em vigor no dia 22 de setembro. Além disso, a regulamentação visa coibir toda e qualquer violência contra a mulher, no entanto, a pandemia atual fez com que as famílias ficassem em casa como medida de segurança sanitária(isolamento social), aumentando-se a tensão entre a parentela, fator que contribuiu para o crescimento de casos de agressões contra as companheiras, afetando assim a harmonia do convívio familiar.
Em primeiro lugar, o convívio familiar é fundamental para a manuntenção de relacionamentos e harmonia entre o casal e filhos. Contudo, com o tempo há desgate de convivência, porém, existe casos que há uma certa reicidência de transgressão cuja ação é a agressão doméstica contra a companheira, o que se confirma com a pesquisa da Avon que mostra que 3 a cada 5 mulheres sofrem violência física e mental em relações conjugal, mostrando de tal modo que é necessário reprimir diariamente tal delito.
Ademais, o isolamento social é uma medida de combate ao novo corona vírus (COVID-19). Além do mais, essa regra tem como objetivo unir familiares para prevenção da disseminação da doença e como se esperado haver um bom relacionamento em uma época de crise sanitária, apesar disso, há um aumento nos casos de violência contra mulheres, segundo o Instituto Maria da Penha, em São Paulo houve um aumento de 6.775 casos para 9.817 o número de casos de agressões, mostrando assim o lado negro do que deveria ser um momento de cuidado e amor familiar.
Portanto, é evidente que a reicência de violência doméstica aumentou durante o período de isolamento social no conforto do convívio familiar. Cabe ao Governo Federal, Estadual e Municípios, itensificar as campanhas de combate a agressão física e mental contra mulheres, devendo propor medidas que assegure a segurança e integridade das senhoras que necessitarem de apoio, além de ampliar a divulgação da campanha nas redes sociais, rádio e televisões, encorajando assim denúncias que venharm a reprimir toda e qualquer ação ilícita praticada contra mulheres.