Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 01/07/2020
Com a necessidade de se adotar o isolamento social, para diminuir a propagação do covid-19, em nossa sociedade, tem sido percebido, pelas autoridades, que o aumento dos casos de violência doméstica vem aumentando progressivamente. Para que essa violência diminua, vem sendo tomada algumas atitudes, muitas vezes pouco profícuas, entretanto, muito importantes.
No Brasil, o machismo, que tem uma trágica história, juntamente com o empoderamento feminino, no qual propiciou que as mulheres possuísse liberdade de escolha, liberdade nas decisões, entre outros inúmeros casos, nos quais culminaram em diversos benefícios para a humanidade, geram, atualmente diversos conflitos, em que os homens, arraigados com o seu etnocentrismo e autoritarismo, não abrem espaço para que as mulheres tenham voz e adotam uma postura, no qual podemos nos relembrar do estado de barbárie que o contratualista Thomas Hobbes cita.
Concernente a isso, e retomando a Constituição Federal de 1988, que é considerada como a contituição cidadã, se nota que o princípio da igualdade, no qual expõe que todos são iguais perante ao Estado, independentemente do sexo, raça e cor. Entretanto, com o aumento dos casos de violência se elevando paulatinamente, não se tem visto isso. Ao contrário, tem se observado um Estado, que muitas vezes, se omite em estabelecer medidas duras. Uma das vitórias da sociedade foi a lei Maria da Penha, na qual uma mulher teve que ter sua vida à um triz da morte, duas vezes, se não mais.
Com todo o exposto, nota-se que em tempo de pandemia, como nunca, o Estado tem o dever de abrir os olhos à essa triste realidade, para que esse mal seja extirpado da sociedade de uma vez por todas. Através de medidas, com o obejtivo de evitar que esse mal ocorra, as secretarias de assistência social, deverão atuar de forma em que se crie um sistema, em que se aloque os números das mulheres, com objetivo de se criar uma rede de contatos, para que as mulheres se ajudem, uma incentivando a outra a realiar a denúncia. E também, que a justiça, obrigue os agressores a realizar um curso de resocialização e conscientização, oferecidos pela própria secretária. Com essas atividades realizadas, notará que os números irão diminuir e juntando os esforços de toda comunidade, quem sabe um dia, esse mal desapareça.