Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 09/07/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a declaração universais dos direitos humanos garante a todos os indivíduos à segurança e ao bem-estar social. Conquanto, a violência doméstica impossibilita que esta parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nesse sentido, é necessário que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o opostos e o resultado desse contraste é claramente refletido na violência doméstica. De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, só no estado de São Paulo houver um aumento de 44,9% no atendimento a mulheres vítimas de violência na quarentena. Diante do exposto, é inadmissível que estado não tome nenhuma atitude contra o aumento dos casos.
Faz-se, ainda, salientar o Estado como impulsionador do problema. De acordo com Zygmunt Bauman, sociológico polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade liquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, a contextualização do Estado no drama pessoal das mulheres vítimas é abordada de maneira a valorizar a participação e a autonomia das mulheres ao longo do processo de ajuda. Infelizmente nem sempre o Estado atua dessa forma.
Portando, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. O Governo por meio da Lei Maria da Penha, campanhas e educação deve combate a violência doméstica, com o cumprimentos das lei, cursos de reeducação e acompanhamento psicossocial. A partir dessas ações espera-se promover uma melhora das condições educacionais e sociais desse grupo.