Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 13/07/2020

Nunca sair de casa sem um motivo essencial foi tão problemático nesse período,onde apenas a residência se tornou o porto- seguro da maior parte da população, durante a pandemia do Covid-19. Entretanto, quando  se obedecem  a medida sanitária de isolação do convivío social, a uma forte exposição do convivío familiar, o qual para muitas mulheres a segurança não está nem em sua própria residêncial  como fora. Nessa perspectiva, a outro problema surgindo em consoante com a proliferação do vírus,  o aumento de casos de violência contra mulher, logo é necessário atentar-se as causas que instigam o embate,além de medidas interventivas, com o auxílio do Pode Público.

A princípio, é válido reportar que  na Argentina, Canadá, França, Alemanha, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos, autoridades governamentais,denunciaram crescentes denúncias de violência doméstica durante a crise e aumento da demanda por abrigos de emergência,como relata o Artigo das Nações Unidas . Isso, evidencia ser um problema de esfera global, já que os indivíduos por sua natureza estão mais anciosos, preocupados, nervosos, com o impacto social, econômico, sanitário,político que vivencia-se, tornando-os mais nervosos, contribuindo para atos de violência tanto fisícas como verbais na sua relação regular e constante com outrem. Logo, para atenuação desses casos medidas emergentes no Brasil e no Mundo devem ser tomadas, por Orgãos competentes.

Ademais, o  auxilío  de abrigos e linhas de ajuda para mulheres devem ser considerados um serviço essencial para todos os países, com financiamento específico e amplos esforços para aumentar a conscientização sobre sua disponibilidade. Além disso,os serviços psicossocial e o aconselhamento online devem ser aprimorados, usando soluções práticas e acessiveís. E em relação aos agressores, a fiscalização, e a punição deve ser feita corretamente, para evitar a impunidade dos mesmos.

Em suma, medidas de contenção devem ser feitas. Para isso, o Ministério da Justiça, junto com  a Corregedoria da Policía Militar e Civíl, e a Delegacia da Mulher devem fiscalizar e aplicar penas devidas aos agressores, pois desta forma, a incidência de casos devem ser atenuados. E campanhas de auxilío a vitíma devem ser propagados nas mídias digitais. Pois, apenas com a punição e o amparo a mulher, trará algum melhoramento nesse impasse.