Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 13/07/2020

A cada 2 minutos, cinco mulheres são espancadas no Brasil. Em 80% dos casos, o responsável pela agressão é o próprio parceiro, segundo a pesquisa Mulheres Brasileiras nos Espaços Públicos e Privados. Esses dados alarmantes podem até aumentar por conta do novo Covid-19, com o confinamento e a redução de salário ou até mesmo o desemprego causado, as pessoas ficam mais irritadas e descarregam no outro, que são mais ‘‘fracas’’ e não conseguem revidar, e no caso, é as mulheres e crianças. Cerca de 50% dos casos de violência doméstica aumentaram com a quarentena, de acordo com a neuropsicóloga Roselene Espírito Santo Wagne.

Com o fechamento dos estabelecimentos, como cinemas, parques, e shoppings. A convivência familiar se tornou diária, cominando no índice maior de violência, causando assim, um aumento nos casos. A neuropsicóloga aponta que é o momento de manter a sanidade mental, buscando ajuda ou se equilibrando emocionalmente, para assim, ter uma melhora significativa nos casos.

Outras vitimas de violência no Brasil, são as crianças e adolescentes. Com o fechamento de escolas e creches, elas não tem onde se comunicarem ou se divertirem, causando estresse nos pais e neles mesmos. Gerando discussões que acabam em violência tanto física quanto verbal.

As soluções mais aplicáveis nesses casos são a denúncia, pedidos de socorro, gritos e inclusive, ajudas na internet. Existe diversos sites e blogs que ajudam e entram em contato com assistentes sociais e profissionais da área. E se não houver computadores ou internet, denunciar 190.