Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 16/07/2020

É indiscutível que, desde a Ditadura Militar brasileira, as mulheres começaram a lutar pelo seus direitos, através de movimentos sociais. Não obstante, a sua luta diária ainda está presente, já que ainda há casos de violência feminina. Nessa perspectiva, é relevante destacar, a agressão durante o isolamento social e o papel da mídia perante a situação.

Convém a ressaltar, à princípio que,   no contexto hodierno, a crise pandêmica é uma das maiores notícias que se estende por todo o mundo, mas; em meio a esse cenário, algumas mulheres tem sofrido com a violência. Nessa conjuntura, durante a quarentena, pelos seus parceiros e as mesmas estarem em constante encontro, muitas vezes é desencadeado brigas e a mulher, torna-se injuriada, tanto por agressões psicológicas, quanto físicas. Logo,criando mecanismos para coibir a intimidação doméstica e familiar contra a mulher, a lei 11.340, mais conhecida como lei Maria da Penha, faz-se necessária.

Além disso, os meios de comunicação, não estão trazendo o assunto para ser discutido, reduzindo a conscientização populacional, assim, o aumento de uso intencional de força física ou poder, ameaçados ou reais, contra sua parceira é comum. Conforme George Orwel, escritor britânico, ‘‘A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa, dessa maneira, as redes sociais, servem como forma de manipulação para que os casos diminuam, tornando-se evidente que a agressão não é uma solução para algum tipo desentendimento entre o casal.

Por conseguinte, o debate sobre o aumento de casos de intimidação feminina durante o isolamento social, é uma questão social que traz transtornos. Em síntese, a Secretaria de Segurança Pública e de Defesa Social, como representante do Governo, em parceria com a Mídia, devem buscar a redução de violência doméstica e pública, por meio de anúncios, debates e movimentos online, destarte, a agressão feminina reduziria e a luta das mulheres desde a Ditadura, seria menor.