Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 17/07/2020

Na Idade Média a mulher desempenhava o papel de mãe e esposa. Sua função precípua era de obedecer ao marido e gerar filhos. Nada lhe era permitido.No entanto,Hoje em dia algumas Mulheres ainda sofrem dessa violência,aonde o marido acha que tem o direito sobre a sua esposas,muitas se calam e não denuncia.Nesse contexto é nítido como negativamente a integridade física e psicológica da vítima é afetada.

A negativamente física da vitima provoca danos nos âmbitos do desenvolvimento físico, cognitivo, social, moral, psicológico ou afetivo. As manifestações físicas da violência podem ser graves, como por exemplo, as inflamações e hematomas causados pelas agressões físicas (que muitas das vezes ocorrem fraturas ósseas), ou crônicas, deixando implicações para toda a vida, como as limitações no movimento motor e traumatismos.Ademais vale salienta,que muitos agressores pode ser Pai,Marido,irmão,Tio,padrastro ou até Filhos,não importa quem,mais em todo canso gera a questão da negativamente física da pessoa que sofrem a violência domestica.

Os sintomas psicológicos frequentemente encontrados em vítimas de violência doméstica são: insônia, pesadelos, falta de concentração, irritabilidade, falta de apetite, e até o aparecimento de sérios problemas mentais como a depressão, ansiedade, síndrome do pânico e transtorno de estresse pós-traumático.Além disso,em abril,quando o isolamento social imposto pela pandemia já durava mais de um mês,a quantidade de denúncias de violência contra a mulher recebidas no canal 180 de um salto para aproximadamente 40% em relação ao ano de 2019,segundo os dados do Ministério da Mulher,da Familia e dos Direitos Humanos(MMDH).

Pelo que foi analisado anteriomente,os cansos de violência contra a mulher vem aumentando todos os anos,medidas a serem tomadas para erradicar a violência contra a mulher são, primeiro, pela ação das forças públicas do Estado, melhorar a segurança com melhores iluminações noturnas, câmeras estratégicas e policiamento mais distribuído. Segundo, as mídias públicas e particulares, com o apoio da Associação Brasileira de Imprensa (NB), devem conduzir uma campanha educativa dirigida a homens e mulheres sobre o direito humano da igualdade de gênero e sobre os canais de assistência às vítimas como o Ligue 180 e a Delegacia da Mulher. Ainda, principalmente, o Governo Federal, aliado ao esforço da sociedade civil organizada e de ONGs como a fundação Ruth Cardoso, deve implementar a discussão de gênero de feminismo nas escolas, tornando obrigatório o estudo de teorias como a da filósofa Simone de Beauvoir.