Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 22/07/2020
De acordo com a Carta dos Direitos Humanos Internacional e a nossa própria Constituição, todos tem direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança, sendo passivo de punição as pessoas que atentarem contra a integridade física de outros. Assim sendo, o Estado tem o dever de proteger as pessoas fragilizadas, aplicando punição rigorosa ao cidadão que venha praticar atos ilícitos contra mulheres, crianças e idosos, principalmente em ocasião como estas, que estamos vivenciando atualmente.
Viver em situação normal para muitas famílias não é fácil, imagina viver todos em quarentena, sem poder sair de casa, principalmente se o companheiro já tenha um histórico de agressão na família, aí fica mais difícil ainda. Então, o que fazer?
Como foi exposto anteriormente, o ser humano tem direito a vida, à liberdade, à segurança, não podemos fazer “vista grossa” e deixar o problema continuar, pondo em risco pessoas inocentes. Diante disto, o agressor poderia ser impedido pelas autoridades competentes de frequentar o lar familiar, ficando proibido de se aproximar uns vinte metros do local de convivências das vítimas. Um cidadão com histórico de agressão física vivendo sob o mesmo teto poderá, em certo momento, passar dos limites e cometer um crime de feminicídio/infanticídio.
Os humanos são seres sociáveis, precisam de contato com outras pessoas. Muitos ficam com o psicológico abalado vivendo em um tipo de prisão (quarentena), e com o aumento do consumo de bebida alcoólica os mais frágeis como as mulheres e crianças passam a sofrer constantemente ameaças de seus companheiros.
Diante do exposto acima, as autoridades devem tomar medidas mais enérgica, aplicando punição rigorosa ao cidadão que venha praticar atos hostis contra inocentes que deveriam estar sob sua proteção.