Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 05/08/2020

Aumento da violência contra à mulher

Comenta-se com frequência à respeito do aumento da violência contra à mulher nesse confinamento. Ao analisar esses fatos que vem ocorrendo inúmeras vezes antes mesmo da quarentena, isso acontece há séculos, pois à mulher é ensinada desde de criança a se submeter,e que afazeres domésticos são para “meninas” e diversão para “meninos”. Elas aprendem que devem servir somente seu companheiro e cuidar de seus filhos e ser do lar.

A masculinidade tóxica é muito presente no Brasil. Desde do berço os homens são instruidos a não mostrarem sentimentos e serem agressivos, no objetivo de ser “macho”,e que devem se sentirem superior ao gênero feminino por serem mais “fortes”. Às crianças pegam de exemplo os pais. À mãe dona de casa submissa e o pai que trabalha. Muitas das vezes o esposo é alcólatra,  bebendo a ponto de agredir verbalmente a chegar um dia violentar fisicamente. À vítima tem filhos e não tem sustento próprio. Algumas denunciam, mas não teem resultados eficazes para se sentir segura, outras não denunciam por medo ou por ficarem desamparadas ou até mesmo por perdoar e achar que o agressor vai mudar.

Não é possível mudar o passado, mas é possível ensinar às pessoas a terem respeito. À delegacia da mulher poderia empregar punições eficazes contra o agressor para que às pessoas ficassem encorajadas à denunciar. Ligar para denunciar não é possível, o marido está sempre monitorando, ter um site da polícia de “produtos” seria mais fácil de denunciar. O governo dando um auxílio para a padecente até se estabilizar seria mais um encorajamento. Atendimento psicológico à vitíma, os filhos e o agressor que teve uma educação pessimista. Nas unidades escolares, TV, rádio, sites e internet terem educações e anúncios de respeito e de estimular às pessoas se manifestar.