Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 05/08/2020

Como os governos estaduais e municipais recomendam medidas de distanciamento social para combater a disseminação do novo coronavírus (Covid-19), seus impactos sociais são muitos, incluindo o aumento dos casos de violência doméstica. O aumento das tensões dentro da família pode levar à violência doméstica e sexual e até ao assassinato de mulheres. E esses números vão apenas aumentando em todo o mundo. As mulheres mais velhas também estão em risco porque muitas são espancadas pelos próprios filhos ou maridos covardes.

A violência doméstica tem diferentes categorias econômicas entre casais heterossexuais e homossexuais. Em menor grau, também há casos de violência doméstica contra homens.  As crianças vivenciam a violência de maneiras diferentes: quando testemunham a violência doméstica (especialmente quando os pais estão envolvidos), quando são usadas como meio de extorsão ou quando são atacadas física ou moralmente. No caso dos idosos, além de humilhados ou até espancados, podem ser abandonados, negligenciados no cuidado e proibidos de usar o próprio dinheiro.

Esses tipos de agressão são, muitas vezes, mais prejudiciais do que se pensa, já que as vítimas podem deixar de trabalhar, o que faz com que elas não consigam se auto-sustentar e, nessa sequência, faz com que elas se mantenham dependentes dos agressores, continuando a se expor aos atos de violência.

Visto a situação acima, o governo deve investir em  campanhas contra a agressão, seja vinda por parte de homens ou mulheres, punir de maneira severa os agressores e usar estratégias, seja ligações, aplicativos para denunciar qualquer tipo de agressão, seja física, verbal ou psicológica.