Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 08/08/2020
Aumento da violência
A história é cíclica ao se olhar o passado, percebe-se que a opressão feminina é idealizada por muito tempo. Mesmo no século XXI esse ocorrido é praticado em abundância por todo país. Comenta-se a respeito do aumento da violência contra mulher nessa quarentena.
Desde do berço a mulher é ensinada a se submeter e constituir do lar. As pessoas do século XX, por exemplo, especialmente as mulheres não podiam liderar, trabalhar, estudar, dirigir e nem mesmo votar. Ao passar de alguns anos, começaram as mudanças e aos poucos a mulher foi criando um pequeno espaço na sociedade. O século XXI foi iniciado recentemente, mesmo que tenha mudado várias coisas como a ciência, tecnologia, direitos melhorados ainda assim permanece a cultura patriarcal e machista no Brasil.
Quando a vítima é agredida fisicamente ou verbalmente, aquele conceito de agressão é transformado ser de “natureza masculina”, tornando em atitude “normal”. Pelo confinamento as pessoas estão isoladas em casa, consequentemente os agressores estão com oportunidades ainda maiores de violentar. A quarentena mudou radicalmente a rotina de todos. Muitos perderam o sustento, tendo dependência financeira do parceiro. Com o malfeitor em domicílio monitorando a vítima fica complicado denunciar ou por medo ou por não terem condições de se sustentar e aos filhos, essas podem ser as razões das vítimas não se manisfestarem.
Com o isolamento social ficou bem difícil de ajudar as vítimas. Para auxiliar as mulheres nas denúncias, sites na internet da delegacia da mulher seria mais fácil de denunciar do que pelo telefone. Um benefício as vítimas dependentes com filhos até se estabilizarem, porque muitas não denunciam por não terem como amparar seus filhos. Punições severas e eficazes ao agressor evitaria que esse comportamento continuasse e que fizesse muitas mulheres se manifestarem. Atendimento psicológico quanto a vítima, os filhos e o parceiro que teve uma educação pessimista.