Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 18/08/2020
É lícito supor que as mulheres são vítimas de vários tipos de agressões em nossa sociedade, onde a quarentena intensificou muito o número de agressão contra a mulher. Segundo o site Brasil Estadão, com os dados do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMDH), o aumento de agressões em meio a pandemia sobem 40%. Infelizmente, muitas das mulheres acabam não fazendo ocorrência contra o agressor. É possível notar que essa situação se dá por fatores como: a descriminação de gênero e isolamento social intensivo.
Em primeiro lugar, a mulher sempre foi considerada “sexo frágil” pelo simples fato de ser mulher, julgada por não ter as capacidades do homem. Contudo, muitas mulheres acabam se retraindo em certas situações por medo ou vergonha de denunciar a situação, pois muitas delas são até mesmo ameaçadas.
Como já enfoca, o isolamento social intensificou entre as vítimas a ficar mais dentro de casa com o agressor, o número pode até ser maior, pois muitas não conseguem até mesmo registrar boletins de ocorrência.
Conclui-se que as mulheres são vítimas de agressores todos os dias: nas rua, dentro de casa e até mesmo no trabalho, a medida necessária seria de qualquer forma procurar ajuda, sem se calar. É corretor afirmar que já existem várias campanhas que permite que mulheres vítimas de violência doméstica procurem ajuda, uma campanha promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), pretende incentivar as vítimas de violência doméstica a denunciarem agressões nas farmácias, mostrando um X vermelho na palma da mão para que o atendente ou farmacêutico entenda tratar-se de uma denúncia e em seguida acione a polícia. Portanto, o respeito fica acima de tudo, não importa o gênero, raça ou cor, todos devem ser tratados da mesma forma.