Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 21/08/2020

Título:  A parceria entre a segurança e a assistência à mulher e a família.

Em um contexto mundial ficar em casa durante a quarentena é o recomendado, e apontado como um lugar seguro, mas não para todos. Os níveis de violência doméstica aumentaram drasticamente desde o inicio da quarentena pelo SARS-Cov 2 (famoso coronavírus).

Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos comandado pela ministra Damares, os casos de violência doméstica tiveram uma alta de 9% (nove porcento) desde o início da quarentena no Brasil. No estado do Rio de Janeiro teve um aumento de 50% (cinquenta porcento) comparado ao primeiro mês do ano (janeiro).

Pesquisas feitas na faculdade de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) afirma que a cada dez mulheres vitimas de femininícido sete são mortas em seus lares. Isso significa que é um problema tanto quanto sério e o poder publico deve interferir e colocar em ação planos emergenciais para garantir a sobrevivência das mulheres brasileiras.

Além disso o generocídio que é o assassinato de membros de um determinado gênero também esta com os seus índices nas alturas, pois com as famílias em casa, convivendo por mais tempo em ambientes compartilhados acabam se relacionando mais com seus parentes e muitas vezes compartilhando segredos que podem não ser bem aceitos.

A fim de contribuir para ajudar as mulheres, muitas campanhas estão sendo realizadas para as vitimas de violência, como escrever um x em vermelho nas mãos e apresentar na farmácia se identificando assim como vitima, e também ligando em uma pizzaria pedindo um determinado sabor de pizza, essas campanhas estão viralizando na internet, como uma forma de ajuda dos internautas para todas as mulheres que são submetidas a tais barbaridades.

Não bastando campanhas na internet, é preciso a ajuda direta do governo, com campanhas parceiras entre os ministérios, com fim de diminuir os índices e salvar as mulheres e crianças que são os principais alvos de tais crimes. Parcerias entre o ministério da segurança e o da mulher, da família e dos direitos humanos poderiam ser muito úteis, com profissionais da assistência social atuando ativamente entre a população e sabendo o que acontece entre os lares brasileiros.