Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 27/08/2020
" A vida começa quando a violência acaba", afirmava Maria da penha. Tal qual era um grande símbolo que representava a luta contra a violência as mulheres. Logo, o aumento da violência doméstica durante o isolamento social é algo que tem sido alarmante. Uma vez que, há diversos tipos, porém a que mais acarreta prejuízos ao sexo feminino é a violência física. Além disso, o medo que as mulheres têm de denunciar é algo que influencia bastante nesse fator.
Hodiernamente, na quarentena, o aumento da violência doméstica foi de 44,9%, de acordo com a agência brasil. Em princípio, existem cinco tipos de violência doméstica: física, psicológica, sexual, patrimonal e moral. Portanto, a violência física é a que mais prejudica, se definindo como qualquer conduta que ofenda a integridade ou saúde corporal da mulher. Como resultado são espancamentos, estrangulamento, tortura, sufocamento, entre outros.
Ademais, em pleno século XXI, as mulheres temem em denunciar o agressor. Certamente, vivemos em uma sociedade extremamente machista que culpabiliza a mulher pela a agressão. Por consequência, com o distanciamento social, muitas mulheres acabam tendo que ficas em casa com seus agressores, o que as impossibilitam de pedirem ajuda, pois as mesmas têm medo que após pedir amparo aconteça algo cruel.
Em síntese, é necessário que todos os direitos dos cidadãos sejam garantidos. Dessa forma, é dever do Estado proteger as mulheres da violência, por meio de campanhas publicitárias, no intuito de combater à violência, além de impor leis mais rígidas e punições mais severas para aqueles que não as cumprem. Em adição, o governo poderia reforçar o atendimento às vítimas por meio da criação de mais delegacias especializadas, com o propósito de ajudar mais mulheres, evitando que ocorra algo trágico.