Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 08/09/2020

A violência em tempos de quarentena.

Barão de Itararé, um dos criadores do jornalismo alternativo durante o período da ditadura no país, estava certo ao dizer: “O Brasil é feito de nós, só falta desatar os nós.”. Nesse sentido a violência doméstica durante a quarentena se apresenta com um dos nós a serem desatados. Essa perspectiva, seja pela falta de incentivação da população, seja pela negligência governamental, o descaso com a violência continua afetando de forma negativa o cotidiano brasileiro, o que exige reflexão urgente.

Em primeira análise, o descaso total com a brutalidade do agressor mostra-se um desafio as vitimas de agressão doméstica, uma vez que poucos recursos são destinados pelo estado para acabar com a agressividade. De acordo com o site “UOL”, as agressões subiram para 44,9%, e muitas mulheres não conseguem fazer a denúncia devido ao isolamento social. Consoante a isso, faz-se mister que o estado invista em novas estratégias.

Somando a isso, a falta de incentivo ao governo pela população dificulta na execução de melhorias. Segundo o jornalista Irlandês George Bernard Shaw: “O progresso é impossível sem mudanças.”. Analogicamente reivindicações da sociedade por criações de palestras sobre como incentivar as mulheres à denunciarem são necessárias para a realizações de mudanças.

Portanto a violência contra as companheiras, no Brasil, apresenta barreiras preocupantes. Para amenizar esse cenário surge que o Estado invista, por meio de verbas governamentais, criando palestras e novos meios das mulheres conseguirem denunciar sem serem expostas durante esse tempo de isolamento, a fim de melhorar a vida da vítima.