Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 24/09/2020

A violência doméstica é um problema já antigo que é englobado por todos os tipos de violência, física, psicológica, verbal, moral, sexual e patrimonial e é enfrentado pelas mulheres. Entretanto, agora num período de quarentena onde as mulheres passam dias e meses inteiros com o parceiro que, em alguns casos faz o uso excessivo de bebidas alcoólicas e se torna agressivo e impaciente, levando a uma má convivência com o ele e fazendo com que ele se torne um agressor e ao longo do tempo essa violência só aumente. Segundo a policia militar do estado, dados mostram que, apenas em São Paulo houve um aumento de 44% no atendimento  mulheres vitimas de violência doméstica.

Os tipos de violência doméstica são variados mas todos tem o mesmo peso na consciência das mulheres que o sofrem. Uma mulher que sofre tais violência precisa de acompanhamentos psicológicos e de medidas protetivas daquelas que deixam seus companheiros longe, entretanto, como conseguir isto num período de quarentena? O governo disponibiliza diversos meios de comunicação e escuta para as mulheres usarem e denunciarem seus agressores. Mas em alguns casos, nem isso funciona.           A internet esta sendo bem prestativa quando se fala em ajudar uma mulher que sofreu um caso de violência doméstica e isso fica aparente nas soluções que encontraram para esta quarentena, como sinais que podem fazer numa vídeo-chamada via internet, por amigas, vizinhos e até mesmo em farmácias, com um sinal feito na mão, onde o farmacêutico entende e ajuda.

As escapatórias estão sendo diversas, entretanto não diminuem os casos, cabe ao governo de cada município, cidade e estado produzir uma solução imediata a fim de salvar as vidas de mulheres que sofrem nas mãos de companheiros agressivos. Isto por meio de notificações, banners e divulgações pesadas sobre o assunto, além de medidas de distanciamento de seus companheiros mais eficazes e severas. A vida feminina não vale menos, pelo contrário, cada vida importa.