Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 03/10/2020

O isolamento social decorrido pela pandemia do COVID-19 está gerando grandes empecilhos para as mulheres, geralmente nas relações conjugais,  que acarretarão problemas como a agressão, física ou psicológica. Tal tipo de violência com o gênero feminino gera diversas problemáticas, como o aumento das taxas de feminicídio e problemas emocionais. Dessa forma, é necessário criar estratégias para minimizar a problemática.

Após o supracitado, com a necessidade da população ficar em casa, as cidadãs passam a sofrer na mão dos cônjuges, pois ficam em climas ruins providos de intolerâncias. Isso é comprovado por um filme administrado do serviço de “streaming” Netflix, 1922 retrata a vida de um fazendeiro, que após matar a esposa por uma discussão, passa a ser assombrado pelo fantasma da falecida, ou seja, pela razão do exagerado autoritarismo masculino, as entidades feminis são prejudicadas. Desse modo, é preciso adotar métodos para suavizar a questão atual cheia de adversidades.

Ademais, as tribulações psicológicas aumentam, tanto aos homens quanto às mulheres, presos em residência, criando motivos para incômodos, insatisfações e angústias, prejudicando a saúde mental das mulheres, por conta das cobranças. Este argumento é reafirmado pelo jornal O Globo, o qual afirma que com a pressão imposta pelos maridos, os indivíduos ameaçados sofrem por ansiedade e baixa autoestima, isto é, com as práticas de abuso, parte da agremiação fica fraca emocionalmente. Fazendo com que a denúncia não aconteça, prolongando ainda mais as práticas machistas, que devem ser combatidas.

Portanto, é correto afirmar que os argumentos citados são causados pela

violência doméstica. Logo, a Mídia em parceria com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, responsável pelas políticas públicas das relações interpessoais, deverão ampliar as propagandas de combate à violência contra a mulher, por meio de investimentos nos meios de comunicação, como a televisão, rádio, sites e revistas. Assim, ter-se-á, uma sociedade mais pacífica.