Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 03/10/2020
É notório que a violência doméstica é um enorme impasse que a sociedade enfrenta há anos, e é evidente que os casos vem aumentando durante a quarentena, devido o isolamento social, o qual fica mais difícil das mulheres realizarem denúncias. Com isso, as mulheres sofrem tanto agressões físicas quanto psicológicas que são extremamente prejudiciais a suas vidas. Mediante a esse cenário, foi criada uma campanha chamada “Sinal Vermelho”, como forma de pedir socorro, mas ainda são relatados muitos casos de violência, por isso é relevante estratégias mais plausíveis para atenuar e combater situações como essas.
Em primeira instância, as agressões psicológicas consistem em qualquer conduta que cause dano emocional e na autoestima ou prejudique, perturbe e controle as ações, crenças e decisões, por meio de ameaças, constrangimentos e humilhações. A exemplo disso, o site “UOL”, divulgou que a violência psicológica contra mulher aumenta na pandemia, diz advogada, entre elas está o caso de uma médica que sofreu com ameaças, palavrões, chantagens e ridicularizações constantes em relação ao seu corpo. Diante do que foi exposto, é preciso que medidas eficientes sejam realizadas.
Em segunda instância, outra forma de violência é a física, a qual prejudica a integridade física da mulher e que pode levar até à morte, observa-se que casos como esses de agressão vem aumento durante o hodierno quadro de pandemia. De acordo com o “G1”, em agosto de 2020, foi publicado que o Estado de São Paulo registra muitos caos de violência doméstica por dia pela internet, no período de quarentena. Por meio desse contexto, é essencial que métodos capazes de reduzir essas problemáticas sejam feitos.
Desse modo, é de fundamental importância a ajuda do governo no combate a violência doméstica, principalmente no atual contexto vivido, é necessário uma forma discreta e eficiente, por meio do uso de redes sociais, indicando os sinais de agressão e como denunciá-las, por intermédio da criação de códigos pela polícia de forma mais reservada, para não chamar a atenção do agressor. E assim, minimizar ou acabar com essa problemática que vem sendo apresentada na sociedade por muito tempo.