Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 03/10/2020

Na sociedade moderna o gênero feminino vem se tornando mais e mais influente e independente, porém registros históricos como a  colonização comprovam que a objetificação e o tratamento não igualitário  geraram a presença de ideias machistas no meio. Nesse sentido, problemáticas como o patriarcado, religiosidade entre outros se tornam os principais contribuidores da violência domestica no Brasil. Nesse prisma, a proteção a mulheres, crianças e idosos deve ser garantidas, para um sistema mas igualitário.

Primeiramente, estimasse que mais de 1,3 milhões de mulheres sofrem de agressão domiciliar de acordo com o PNAD(Pesquisa Nacional Amostra de Domicilio),porém acredita-se que durante a pandemia obteve um aumento de 44%.Nesse âmbito, ideias machistas como a de que mulheres devem servir estritamente aos afazeres de casa estimulam a agressão as mesmas, de acordo com o IPEA(Instituto de Pesquisa e Estatística Aplicada) 52% dessas mulheres  fazem parte da população economicamente ativa, ou seja sofrem por não corresponderem como o modelo patriarcal, porém certas praticas culturais e religiosas também estão envolvidas no problema em questão visto que apoiam ou estimulam as agressões.

Outrossim, e a violência domestica com crianças e idosos, que infelizmente não possui tanta visibilidade e debate. Em suma, esse tipo de violência e em sua maior parte devido a uma falta de estabilidade familiar e a normalização da agressão em menores.

Nesse sentido, o Governo deve contribuir com a fiscalização mais qualificada e o Poder Legislativo deve planejar leis que amparem melhor as vítimas de agressão domiciliar. Assim, ocasionando justiça e proteção a essa parcela da população, tornando a sociedade brasileira mas segura e justa.